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Diante de Gaia

Bruno Latour

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مشخصات کتاب

نویسنده
Bruno Latour
ناشر
Ubu Editora
سال انتشار
۲۰۲۰
فرمت
MOBI
زبان
pt
حجم فایل
۲٫۳ مگابایت
شابک
9786586497014، 9788571260054، 9788571260108، 9788571260351، 9788571260610، 9788571260634، 9788592886462، 9788592886639، 6586497019، 8571260052، 8571260109، 8571260354، 8571260613، 857126063X، 8592886465، 8592886635

دربارهٔ کتاب

Segundo o autor, Reinvenção da intimidade é "uma investigação sobre as formas de amor, sobre suas interveniências políticas, sobre a possibilidade de ficar junto e separado". Esse é o pano de fundo para um cuidadoso trabalho de reflexão psicanalítica sobre a experiência de sofrimento própria da vida contemporânea. Solidão, melancolia, luto, ciúme, paixão, ódio, ressentimento, depressão, compaixão, vergonha são alguns desses sofrimentos que se expressam através de figuras como mães neuróticas, jovens revolucionários, casais, ex-casais, amantes, pais separados, nem-nens, esquerdistas, neoliberais – enfim, papéis da subjetividade nos quais ora nos reconhecemos, ora reconhecemos outros à nossa volta. Com uma história de 26 anos de clínica e reflexão, Dunker examina de que maneira nossos sintomas psíquicos se relacionam com processos de individualização próprios da vida contemporânea. O texto evita o jargão de especialistas, articulando conceitos da psicanálise de forma clara e capaz de sensibilizar o público geral, sem abrir mão da precisão conceitual. Casos, situações e regularidades clínicas reconstituem o caleidoscópio incerto que define as relações humanas contemporâneas. O argumento do autor tem como premissa implícita a ideia de que o sofrimento, embora vivido no sujeito, requer e propaga uma política. Ou seja, a forma como contamos, justificamos e partilhamos nosso sofrimento está submetida a uma dinâmica de poder. O poder é gerado por quem pode reconhecer o sofrimento e de quem esperamos legitimidade, dignidade ou atenção – seja esse alguém o Estado, um médico, um padre ou policial, ou ainda aqueles com quem compartilhamos a vida cotidiana, e mais ainda aqueles que amamos. As políticas do sofrimento cotidiano incluem, portanto, nossas escolhas diante desses agentes de poder, as maneiras de transformar nosso entorno ou a nós mesmos, as possibilidades de externalizar ou internalizar, construir ou desconstruir afetos, entre outros.

'Segundo o autor, Reinvenção da intimidade é ''uma investigação sobre as formas de amor, sobre suas interveniências políticas, sobre a possibilidade de ficar junto e separado''. Esse é o pano de fundo para um cuidadoso trabalho de reflexão psicanalítica sobre a experiência de sofrimento própria da vida contemporânea. Solidão, melancolia, luto, ciúme, paixão, ódio, ressentimento, depressão, compaixão, vergonha são alguns desses sofrimentos que se expressam através de figuras como mães neuróticas, jovens revolucionários, casais, ex-casais, amantes, pais separados, nem-nens, esquerdistas, neoliberais – enfim, papéis da subjetividade nos quais ora nos reconhecemos, ora reconhecemos outros à nossa volta.Com uma história de 26 anos de clínica e reflexão, Dunker examina de que maneira nossos sintomas psíquicos se relacionam com processos de individualização próprios da vida contemporânea. O texto evita o jargão de especialistas, articulando conceitos da psicanálise de forma clara e capaz de sensibilizar o público geral, sem abrir mão da precisão conceitual. Casos, situações e regularidades clínicas reconstituem o caleidoscópio incerto que define as relações humanas contemporâneas.O argumento do autor tem como premissa implícita a ideia de que o sofrimento, embora vivido no sujeito, requer e propaga uma política. Ou seja, a forma como contamos, justificamos e partilhamos nosso sofrimento está submetida a uma dinâmica de poder. O poder é gerado por quem pode reconhecer o sofrimento e de quem esperamos legitimidade, dignidade ou atenção – seja esse alguém o Estado, um médico, um padre ou policial, ou ainda aqueles com quem compartilhamos a vida cotidiana, e mais ainda aqueles que amamos. As políticas do sofrimento cotidiano incluem, portanto, nossas escolhas diante desses agentes de poder, as maneiras de transformar nosso entorno ou a nós mesmos, as possibilidades de externalizar ou internalizar, construir ou desconstruir afetos, entre outros.'

Reunião dos principais artigos de um dos mais influentes especialistas em tecnologia e em internet do mundo, Evgeny Morozov. Big tech problematiza a lógica do chamado "solucionismo" tecnológico, que enxerga a tecnologia como panaceia para problemas que instituições falharam em resolver. O livro alerta que a internet e plataformas tecnológicas baseadas em dados pessoais (Airbnb, Uber, Facebook e Whatsapp, para dar alguns exemplos), diferente do que se costuma acreditar, podem servir de ferramenta contrária à democracia, dependendo da maneira como são usadas. Extremamente atual, abordando os efeitos positivos e negativos do universo automatizado em que vivemos, este livro faz parte da coleção Exit e comporta os textos essenciais do autor, inédito em português.
o que falam desta obra:
'Um mundo em que plataformas como Facebook e WhatsApp têm uma enorme influência não apenas no que compramos e com quem conversamos, mas em como votamos e decidimos nosso futuro, encontra no autor e pesquisador Evgeny Morozov um de seus críticos mais veementes.'
—Camilo Rocha, Nexo Jornal
'Nascido em Belarus, no leste europeu, Morozov é considerado um visionário por ter sido um dos primeiros a prever que a Internet e as redes sociais poderiam trazer consequências políticas negativas.'
—Amanda Rossi, BBC Brasil
'Autor, que lança Big Tech - A ascensão dos dados e a morte da política, afirma que mito da economia do compartilhamento está fadado a cair. Para ele, sem um projeto político sólido, a potencial democratização de produtos e serviços virará mercadoria nas mãos de grandes empresas.'
—Paulo Migliacci, Folha de S. Paulo

Meeting of key articles by one of the world's most influential internet and technology experts, Evgeny Morozov. Big tech problematizes the logic of the so-called technological "solutionism", which sees technology as a panacea for problems that institutions have failed to solve. The book warns that the internet and technology platforms based on personal data (Airbnb, Uber, Facebook, and Whatsapp, to give some examples), unlike what is commonly believed, can serve as a counter-democracy tool, depending on how they are used. Extremely current, addressing the positive and negative effects of the automated universe we live in, this book is part of the Exit collection and contains the author's essential texts, unpublished in Portuguese. "A world in which platforms like Facebook and WhatsApp have a huge influence not only on what we buy and talk to, but how we vote and decide our future, find author and researcher Evgeny Morozov one of his critics. more vehement."--Camilo Rocha, Nexo Journal "Born in Belarus in eastern Europe, Morozov is considered a visionary for being one of the first to predict that the Internet and social networks could have negative political consequences."--Amanda Rossi, BBC Brazil "Author, who launches Big Tech - The rise of data and the death of politics, says the myth of the sharing economy is bound to fall. For him, without a solid political project, the potential democratization of products and services will become merchandise in the hands of large companies." - Paulo Migliacci, Folha de S. Paulo

Capítulo 7 do livro Desobedecer. Sinopse do livro completo:
Negar-se a obedecer às ordens de um superior incompetente ou a leis injustas, resistir ao professor, ao padre, ao policial quando abusam de seu poder. O que torna a desobediência tão difícil? Frédéric Gros faz neste ensaio uma reflexão sobre um tipo de desobediência que exige esforço, que provoca o questionamento das hierarquias, mas também dos hábitos, do conforto, da resignação, para defender o que ele chama de democracia crítica.
Retomando uma trajetória que parte do pensamento antigo e do clássico Discurso da servidão voluntária, de La Boétie, passando por Thoreau e sua Desobediência civil e o caso Eichmann comentado por Hannah Arendt, entre outros, o autor nos faz descobrir que a verdadeira reflexão sobre a desobediência política depende da resposta à pergunta primordial: Por que obedecemos? A obediência busca estabelecer, sem limites, o domínio político, mas cria principalmente a cegueira e a aceitação do mundo, o medo da desordem sem julgamento. A desobediência só pode ser construída com a resistência ética e a democracia crítica.

'Há muitas formas de desobedecer – e também de obedecer, cada uma com seu próprio teor ético e politico. O filósofo francês Frédéric Gros destrincha essas formas a partir de uma 'estilística da obediência', buscando a raiz da 'ética política' que dá sentido e razão aos atos de desobediência [...]. Esse é o mote de Desobedecer.'

- Diego Viana, Quatro cinco um

Captulo 7 do livro Desobedecer. Sinopse do livro a obedecer s ordens de um superior incompetente ou a leis injustas, resistir ao professor, ao padre, ao policial quando abusam de seu poder. O que torna a desobedincia to difcil? Frdric Gros faz neste ensaio uma reflexo sobre um tipo de desobedincia que exige esforo, que provoca o questionamento das hierarquias, mas tambm dos hbitos, do conforto, da resignao, para defender o que ele chama de democracia crtica.Retomando uma trajetria que parte do pensamento antigo e do clssico Discurso da servido voluntria, de La Botie, passando por Thoreau e sua Desobedincia civil e o caso Eichmann comentado por Hannah Arendt, entre outros, o autor nos faz descobrir que a verdadeira reflexo sobre a desobedincia poltica depende da resposta pergunta Por que obedecemos? A obedincia busca estabelecer, sem limites, o domnio poltico, mas cria principalmente a cegueira e a aceitao do mundo, o medo da desordem sem julgamento. A desobedincia s pode ser construda com a resistncia tica e a democracia crtica. "H muitas formas de desobedecer e tambm de obedecer, cada uma com seu prprio teor tico e politico. O filsofo francs Frdric Gros destrincha essas formas a partir de uma 'estilstica da obedincia', buscando a raiz da 'tica poltica' que d sentido e razo aos atos de desobedincia []. Esse o mote de Desobedecer." - Diego Viana, Quatro cinco um Asfixia – capitalismo financeiro e a insurreição da linguagem reúne dois textos de Franco Berardi: Insurreição (2011) e Respiração (2018). Em Insurreição, o autor de Depois do Futuro, realiza uma espécie de manifesto para tempos precários, um chamado para a ação diante da crise catastrófica que o capitalismo financeiro impõe a todos. Para Berardi, a sociedade ou pode seguir as prescrições e'resgates'exigidos pelos setores econômico e financeiro às custas da felicidade pública, da cultura e do bem comum; ou pode arriscar formular uma alternativa. Mais do que entender a crise atual como uma crise econômica, Bifo propõe que o que está em jogo é uma crise da imaginação social, que exige uma nova linguagem para enfrentá-la. Em Respiração, o autor retoma a metáfora da poesia como rota de fuga contra os fluxos que paralisam o corpo social. Segundo Berardi, trata-se de reaprender a respirar em tempos de asfixia:'Como podemos lidar com a falta de ar que a abstração produziu na história da humanidade? Como podemos nos desvencilhar do cadáver do capitalismo financeirizado?'. Para ele, a resposta pode estar na potência infinita de uma linguagem não coagida pelos limites do significado ou, em outras palavras, na poesia como invenção coletiva. Para Stefano Mancuso, o verdadeiro potencial para a solução dos problemas que nos afligem está nas plantas. Sua autonomia energética, ligada a uma arquitetura cooperativa, distribuída, sem centros de comando, faz delas seres vivos capazes de resistir a repetidos eventos catastróficos e de se adaptar com rapidez a enormes mudanças ambientais. Ao revelar a capacidade das plantas de aprender, memorizar e se comunicar, o cientista fundador da neurobiologia vegetal propõe um novo modelo para pensar o futuro da tecnologia, da ecologia e dos sistemas políticos. XII Prêmio Galileo de escrita literária de divulgação científica 2018

Trecho do livro Asfixia – capitalismo financeiro e a insurreição da linguagem, que reúne dois textos de Franco Berardi: Insurreição (2011) e Respiração (2018). Este trecho reproduz os três primeiros capítulos de Respiração: 1. Não consigo respirar, 2. Voz som ruído e 3. O caos e o barroco.

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